Todo mundo tem uma história como esta. O mocinho, a mocinha. A situação, os beijos e os poemas. O impedimento (namoro ou não), a fuga, a briga. O tempo sem se ver... a saudade incubada e discretamente segredada em algum ponto distante do armário. O reencontro e a reconquista. Novo erro, as brigas e o afastamento.
HÁ MALES QUE, DEFINITIVAMENTE, VÊM PARA O BEM
Por isso eu sempre digo: Tá ruim, nego? A situação está complicada? Não se preocupe. Se você tem um problema e ele tem solução fique despreocupado. Afinal, ele tem solução. Agora, se você tem um problema sem solução, aí sim você deve... se despreocupar. Não tem solução, ora bolas.
Sendo assim, uma conversa no msn resolve tudo. Uma conversa puxada sem querer. A gente olha e lá está "Num sei quem entrou". Ora, se entrou nós dizemos "Como vai, fique à vontade". Ela ficou tão à vontade que hoje mora aqui. Falávamos sobre mães doentes e logo marcamos aquele anti-depressivo.
Só deus, nas histórias mais escabrosas da bíblia, teria maior imaginação para tirar do nada o mundo. Assim se sucedeu. Do nada: uma conversa e um beijo. Tudo de volta...
O QUE TEMOS A PERDER??
Afinal, porque milhares de pessoas cultuam o CARPE DIEM mas se preocupam loucamente com a semana que vem? Com certeza você já deve ter dito pra si mesm@ várias vezes: Viverei o hoje e pronto! Geralmente essa expressão é o resultado de planos amorosos que encalham ou simplesmente naufragam.
Eu tinha uma opção: ser feliz. Agarrei, oras. Daquele jeito que descrevem nos livros de conquista: "Você deve suavemente colocar a mão na nuca da amante e com os dedos agarrar com vigor os cabelos trazendo pra si o corpo feminino. Com o outro braço, envolva o quadril dela até que sua mão se poste em cima do bumbum. Traga-a pra si. Ela estará completamente invunerável. Olhe-a fixamente! Quando ela menos esperar, rasgue um beijo dilacerante."
Ela tinha duas opções: ser feliz ou simplesmente viver. Titubeou o bastante até perceber que poderia (quem sabe) perder-me. Depois disso, não perdeu tempo e me ligou.
MAS, ME DIGAM: QUAL O PRAZO DE DURAÇÃO DE UM RELACIONAMENTO?
(...)
...se pensarmos que a vida do autor depende de inúmeros processos involuntários que se interligam em cadeias infinitas, podemos ousadamente dizer, ao ver o livro nas mãos dos leitores, que todo o universo conspirou para que ele existisse...
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